1) Inventário sobre Paisagens Úmidas (PUs) do Brasil
- Delimitação, classificação (ex. macrohabitats) e distribuição;
- Conectividade hidrológica, variação de hidroperíodo e mudanças climáticas;
- Biogeoquímica das águas e solos;
- Diversidade florística, características funcionais e bioquímicas, dinâmica temporal
- Papel da fauna na dispersão de sementes, propágulos, invertebrados aquáticos, e como comunidades aquáticas planctônicas e nectônicas (ex. peixes) variam de acordo com o hidroperíodo e mudanças climáticas.
2) Mapeamento e modelagem preditiva frente aos múltiplos estressores:
- Resiliência das PUs e macrohabitats as mudanças nos usos dos solos, fogo, mudanças climáticas, aumento do nível do mar;
- Áreas de adequabilidade de espécies e bioinvasão;
- Subsídio a políticas públicas de conservação e redução dos impactos da emergência climática;
- Qualificação de estratégias de conservação da sociobiodiversidade, integrando aspectos como segurança hídrica e alimentar, sóciobioeconomia, manejos tradicionais, restauração ecológica.
3) Divulgação científica e políticas públicas
- Popularização, transferência e diálogos com o conhecimento científico do INCT por meio de múltiplas estratégias em comunicação pública que variam desde a comunicação interna do INCT, a comunicação local e regional a nível de PUs, e a comunicação nacional e internacional visando alcançar diversos grupos da sociedade.
- Mapeamento, estratégias de aprendizagem colaborativa e redes de governança entre Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais e as PUs, incluindo usos tradicionais, práticas de manejo visando o uso parcimonioso e a conservação da sociobiodiversidade.
- Análise das interações sociais com macrohabitats, identificando estratégias.
